terça-feira, 30 de dezembro de 2014
VIAGEM: Uma Nova Iorque inesquecível
domingo, 29 de janeiro de 2012
Rita Lee se despede dos palcos e vai parar na delegacia
Segundo testemunhas que estavam no local, Rita Lee teria se irritado com um principio de tumulto durante seu show, causado por alguns policiais que revistavam de maneira agressiva membros de seu fã clube. A roqueira teria parado sua apresentação e dito para os policiais: "Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho". Com isso, os PMs formaram um paredão em frente ao palco e Rita reagiu, chamando eles de "cavalo", "cachorro"e "filho da puta".
No twitter, Rita expressou sua revolta com o acontecimento: "Polícia dando trabalho p/ mim, quer me prender, embasamento legal ñ há, ñ retiro uma palavra do q disse, o show era meu!", declarou. Rita ainda protestou: "Alô twittlawyers, polícia abusiva e abusada, nāo sou obrigada a fazer o q me pedem: ir à delegacia agora, ou amanhā às 9. Último show e ela vai presa? Nāo poderia ser mais la cantante, afff". A roqueira ainda compartilhou sua tensão com o acontecido: "Tô indo p/ a delegacia...a polícia d Aju ñ gosta d mim mas Sergipe gosta, estou dentro do carro, eles estaaoentravv". Imediatamente, os tuiteiros e famosos emitiram protestos contra a ação policial e ainda, a hashtag Rita Lee ficou entre os assuntos mais comentados nos Trends Topcs do Twitter.
Veja vídeo do momento que Rita Lee fala com os PMs
domingo, 26 de junho de 2011
BRITNEY SPEARS DESBANCA LADY GAGA E É MAIS ASSISTIDA NA INTERNET
Veja o clipe:
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Exclusivo: Aline Wirley, ex-Rouge fala sobre carreira e Rouge
Aline Silva, ex-Rouge foi flagrada no metrô de São Paulo, na noite da última terça-feira, dia 1º, após fazer compras na região da Avenida Paulista. Em rápido bate-papo, a cantora falou de sua carreira, expectativas e sobre as outras integrantes que também fizeram parte da Rouge, banda formada por cinco garotas que venceram um reality-show e venderam juntas mais de 1 milhão de cópias de cd’s em todo Brasil. O que você tem feito?
Aline Silva – Estou vindo do ensaio de um musical em que eu e a Karin Hils (ex-Rouge), estamos trabalhando. O musical Hairspray vai ser lançada em São Paulo, no dia 18 (de fevereiro de 2010).
Você está ansiosa?
A.S – Sim, estou com muita expectativa. Por isso dos constantes ensaios.
Onde está ocorrendo os ensaios?
A.S – No final da Rua Augusta, no Teatro Procópio Ferreira.
Para onde você está indo?
A.S – Estou indo para a minha casa.
Onde você mora?
A.S – Moro na zona sul da capital.
Porque você está com essas sacolas?
A.S – É que eu sai do ensaio e resolvi passar em algumas lojas para fazer umas “comprinhas”.
Sempre morou nessa região?
A.S – Não, morei um bom tempo em Alphaville, mas ficava distante de tudo, então resolvi mudar para um lugar mais próximo.
Você utiliza sempre o metrô?
A.S – É um meio de transporte mais rápido, principalmente quando se têm compromissos.
Qual o seu contato com as meninas que fizeram parte do Rouge?
A.S – Tenho muito contato com a Karin, que também está no elenco do musical, e com a Patrícia, que terminou de fazer o espetáculo A Bela e a Fera. Nós três somos bem unidas, mas também temos contato com a Fantine que, aliás, continua tocando sua carreira de cantora. Já a Luciana, não temos mais contato.
O que você mais gosta de fazer? Cantar ou atuar?
A.S – Sou formada em artes cênicas e atuar é minha grande paixão. Também gosto muito de cantar, porém é mais um hobby. No entanto, um complementa o outro.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
ESTUDANTE TRADUZ IDENTIDADE SOCIAL NA PRODUÇÃO DE GIBIS
Misturando histórias em quadrinhos, aprendizado, cotidiano de pessoas, comércio e arte, o estudante de design Láion Pessoa, 19 anos, apresenta uma proposta diferenciada a população dos principais pontos da cidade de São Paulo.
Recém chegado na capital paulista, o baiano Láion acredita que sua principal inspiração para desenvolver as histórias de sua revista em quadrinhos está na própria experiência de convívio e adaptação na realidade de uma metrópole com as proporções de São Paulo “Salvador é de uma outra espécie de urbanidade, uma outra espécie de construção. É muito diferente mesmo”, disse o jovem.
Sua revista tem o nome de Giboia e, a primeira edição saiu no mês de abril trazendo temas adultos, polêmicos e com uma capa provocativa, que traz a ilustração de um pênis. Esse gibi tem como foco a crítica sobre a banalização do cotidiano das pessoas. A proposta já adquiriu seguidores, que agora também fazem parte do processo de criação da revista.
A comercialização é feita nas ruas, em pontos de grande movimento de pessoas e com local propicio ao tema do gibi. Para atrair a atenção, o jovem Láion Pessoa se caracteriza e aborda as pessoas fazendo um convite a leitura de uma revista diferenciada e a preço popular. “Eu me monto para vender e, a montagem não está separada do projeto da revista, não pode estar”, informou Láion.
Para produzir a Giboia, o jovem pensou em criar características brasileira que remetam uma identidade ao gibi nacional, assim como Comix nos EUA e os famosos Mangás no Oriente. Todo financiamento para produção da revista é custiado pelo próprio Láion, que conta apenas com espaço cedido pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP para a elaboração das produções gráficas em laboratórios específicos.
Mesmo enfrentando algumas dificuldades na viabilização do projeto, o jovem acredita na importância de escrever suas visões sobre o homem e a vida moderna “é a vida das pessoas hoje, é a cidade, e eu não acho que faça sentido trabalhar em algo descolado da vida”, afirmou Láion.
quarta-feira, 25 de março de 2009
MEDICINA PALIATIVA TENTA DERRUBAR TABUS
Conheça melhor essa polêmica que aceita a morte como fator natural da vida
O tratamento paliativo é uma alternativa eficaz para pacientes que estão com diagnósticos terminais, em sua maioria esses pacientes são mantidos em leitos hospitalares e com tratamentos que no máximo conseguem estender a vida , mas não trazem a cura.
Os profissionais de medicina normalmente tratam a morte como um tabu e esquecem que ela é uma possibilidade natural da vida “Na faculdade de medicina é ensinado que os médicos devem salvar vidas, aceitar a morte é algo mal visto, tocar no assunto paliativo é como se fosse proibido”, afirma o psicólogo Francisco Carlos Gomes dos Santos.
Pensando nisso, surgiu na Europa a técnica paliativa, que tem como principais tarefas a minimização do sofrimento dos pacientes e seus familiares, aceitação e acompanhamento do processo de despedida e economia para a família que muitas vezes acabam endividadas com tratamentos que são ineficazes para a cura.
Segundo Francisco Carlos, o trabalho psicológico tem grande responsabilidade para o bem estar do paciente ainda em vida. “O principal trabalho com o paciente é referente o processo de luto, é um período complicado, damos então o direcionamento para que ele possa se despedir do mundo de maneira que não o faça mal e que resolva todas as situações pendentes”, afirmou.
A medicina paliativa trabalha com psicólogos que realizam o acompanhamento não apenas do paciente, mas de seus familiares que muitas vezes sofrem por viver um luto antecipado de seus entes queridos e também trabalha com médicos que são responsáveis pelo acompanhamento do paciente e do controle das possíveis dores que ele possa sentir nesse período, tornando esse um processo indolor.
Em São Paulo existe há dois anos a ONG Casa do Cuidar, fundada por dois médicos e dois psicólogos, a ONG (Organização não governamental) presta serviços de apoio a pessoas em situações terminais e a seus familiares. Todo processo de acompanhamento é feito gratuitamente e vem trazendo ótimos resultados “pretendemos ampliar nossos trabalhos para todo o Brasil, e agregar mais profissionais interessados”, disse Francisco, que é voluntário da Casa do cuidar.
A maneira encontrada para ampliar o conhecimento da técnica paliativa e derrubar os tabus impostos na medicina é a criação de palestras e congressos apresentando qual o resultado obtido e técnicas utilizadas. Assim mostrar que o foco dos médicos deve ser em propiciar aos seus pacientes uma ótima qualidade de vida, ao invés de estendê-la ignorando fatores bioéticos.
Respeitar o ser humano em suas mais amplas interpretações é uma das metas da medicina paliativa, não é necessário ampliar o momento de dor e de gastos quando se pode fazer daqueles últimos momentos os melhores já vividos por alguém, afinal a morte não deveria ser temida, mas respeitada como um processo natural da vida.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
DOG WALKER PROPORCIONA MELHOR SAÚDE AOS CACHORROS DE GRANDES CIDADES
A vida corrida das grandes cidades restringe o tempo das pessoas destinado à família e animais de estimação. Pensando nisso, surgiu nos EUA o Dog Walker, traduzido em português como passeador de cães.
Em São Paulo, essa prática existe há cerca de 10 anos. O serviço é considerado fundamental para a saúde de caninos e vem se espalhando pelas outras
capitais brasileiras.
A veterinária Silvana Pandolfi Jatene considera a falta de contato dos cachorros com outros animais e seres humanos é responsável por diversos distúrbios de comportamento no animal “levar o cão para passear com freqüência impede o desenvolvimento de vida sedentária, problemas emocionais e hormonais” afirmou.
As empresas de Dog Walker fornecem treinamento para os passeadores, acompanhamento veterinário, esquema de segurança e adestramento d e comandos básicos. São considerados requisitos básicos para que o passeio seja realizado com segurança.
Antes de utilizar esse serviço, é importante que um veterinário avalie o cão para saber qual será o ritmo das caminhadas. Segundo Alexandre Borgo, proprietário da empresa Happy Pet “não existem restrições para passear com os cães, exceto quando a cadela está no cio”.
Os passeios são realizados normalmente em parques próximos as residências, os lugares são cercados para evitar possíveis fugas. Para a Dra. Silvana, o único problema dos Dog Walker é a realização de passeios com grandes números de cães o que pode acarretar em dificuldades em controlar possíveis problemas.
Você que tem interesse e disponibilidade de tempo, leve seu cão para passear com freqüência e no ritmo de caminhada dele, lembre-se de levar água e caminhar sempre mantenha-o preso na coleira. Se você dispõem de tempo para uma volta no quarteirão para seu cão fazer necessidades essa nova prática pode fazer a diferença para seu animal.
Os valores cobrados pelas empresas especializadas em Dog Walker variam entre 23 reais por um passeio de uma hora à 510 reais por um pacote completo de 20 passeios ao mês. Após a realização dos passeios os animais apresentam um melhor comportamento de sociabilização e saúde o que agrada a todos, principalmente ao seu melhor amigo, o homem.



