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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

WANESSA CONTINUA APOSTANDO NA CARREIRA INTERNACIONAL

Com novo clipe, cantora consegue milhares de acessos no Youtube

Há algumas semanas a cantora Wanessa (ex-Camargo) lançou seu segundo clipe do CD ‘DNA’. A música escolhida chama-se Stick Dough, gravação em parceria com Bam Bam. O clipe conta com vários dançarinos com looks modernos. Aliás, as danças feitas por Wanessa lembram muito o estilo de algumas divas que já fizeram muito sucesso no cenário pop internacional, como Cindy Lauper e Christina Aguilera.
O novo clipe já possui milhares de acessos no Yotube e promete ser uma das músicas de trabalho mais ouvidas de Wanessa. Stick Dough já é uma das mais tocadas nas principais rádios e casas noturnas GLS do Brasil. Quem sabe também não estoura no mundo?. O único problema é que ela está lançando uma música extremamente dançante em plena gravidez (ela está de cinco meses), o que pode prejudicar a divulgação da música e a realização de apresentações. Resta saber se este foi o momento oportuno para o lançamento de uma música e clipe que possuem apelo sensual e com muita dança. Embora uma coisa deve ser dita, a música parece que já é um grande hit da cantora. Agora é esperar e ver no que vai dar.

Assista ao clipe:

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

DRAG QUEEN REPETE FEITO DE SUSAN BOYLE

Apresentação de drag queen fora de forma surpreende e é aclamada pelo público
Bate-cabelo fica famoso com concurso do programa Eliana, do SBT

Na madrugada do último sábado, 30, uma drag queen se apresentou em uma famosa casa noturna voltada para o público GLS da capital paulista. No começo de sua apresentação as centenas de pessoas presentes no local estranharam a aparência (maquiagem) e principalmente a forma física (acima do peso) da drag. Motivo de piada das pessoas no começo do show, o transformista surpreendeu a todos ao engatar uma dança com a música 'A Woman's Got The Power', de Jennifer Holliday. Na sequência, a drag decidiu bater cabelo de maneira inusitada, levantando todas as pessoas que estavam no local. O transformista tirou sua peruca e a rodopiou em cima de sua cabeça. A dança inovou o método que ficou famoso no concurso 'Bate-Cabelo', que é exibido no programa Eliana, do SBT, e fez com que a drag, no final da apresentação, saísse do palco aclamada pelo público presente, lembrando a performance da cantora Susan Boyle - que se apresentou em um programa de calouros da Europa e entrou no palco desacreditada pelos jurados e plateia, mas conseguiu deixar todos boquiabertos com seu talento.

Veja parte da apresentação:


sexta-feira, 22 de julho de 2011

LUISA MARILAC SE TRANSFORMA EM 'RAINHA DO DESERTO'

Transformação da trasexual vai ao ar no programa TV Fama desta sexta-feira, dia 22, às 20h, pela RedeTV!

A transexual Luisa Marilac, topou o desafio da repórter Andrea Corazza para participar do quadro Transformação, do programa TV Fama. Diva dos internautas, Luisa, que ficou famosa após  postar um vídeo em que diz: “Neste verão eu decidi fazer algo de diferente (...) com meus bons drink”, se transformou na personagem Mitzi, interpretado por Hugo Weaving, no filme Priscila - A Rainha do Deserto, vencedor do Oscar de melhor figurino em 1995.
                                                       Crédito: Wayne Camargo/RedeTV!
                                                        Na foto: Luisa Marilac 
 
Para vivenciar a personagem, a  transexual encarou horas de maquiagem, usou peruca com adereços de flores e um figurino minucioso, com um macacão cheio de detalhes e muitas bijuterias. Luisa Marilac se divertiu durante a gravação, adorou as roupas e brincou com a repórter Andrea Corazza durante a sessão de fotos.
 
O resultado e o passo a passo da transformação serão exibidos no TV Fama desta sexta-feira, dia 22, às 20h, com apresentação de Nelson Rubens e Flávia Noronha, na RedeTV!.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

FAMÍLIAS HOMOAFETIVAS PODEM ADOTAR?

Na véspera da 13ª Parada do Orgulho LGBTS que deve atrair 3,5 milhões de pessoas, assuntos como adoção por casais gays ainda geram muita polêmica.

Quando se fala em solidariedade e ajuda ao próximo, o brasileiro sempre é referência no assunto. Campanhas que envolvem boas ações, companheirismo e o sonho de um futuro melhor sempre são bem recebidas pela sociedade, que se empenha ao máximo para a concretização de um Brasil mais justo.
No entanto, estima-se que no Brasil existam mais de 80 mil crianças que moram em abrigos. A investigação da possibilidade de reinserí-las nas próprias famílias, muitas vezes impedem uma definição para seu futuro, o que muitas vezes reapresenta no crescimento nas próprias instituições sem saber o que é ter um pai ou uma mãe. Do ponto de vista jurídico, adotar é um procedimento legal que visa transferir os direitos e deveres de pais biológicos para uma família substituta.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), não faz restrição quanto à opção sexual do adotante. A adoção será permitida desde que apresente reais vantagens para o adotando e ofereça ambiente familiar adequado. Porém, a Constituição Brasileira não reconhece o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Neste caso, apenas uma das pessoas do casal homossexual poderá assumir a paternidade adotiva da criança ou adolescente.
A justiça coloca muitas vezes questões éticas religiosas para tomar decisões em relação a este assunto, porém acaba esquecendo de analisar o que será melhor para aquela criança, e também qual a sua opinião sobre a questão. Será que deixá-las em um orfanato seria o melhor a fazer? - Muitas vezes as crianças que estão em orfanatos são rejeitadas por pais heterossexuais e pela sociedade que não tem interesse na adoção por fatos pequenos como a idade, cor, ou traumas psicológicos diversos.
As famílias homoafetivas, normalmente não se preocupam com esse tipo de detalhe e querem apenas expor seu amor a um ser humano. Por isso vemos que todas as crianças que conseguiram ser adotadas ou que convivem com pais homossexuais são felizes e, muitas vezes possuem uma ótima situação socioeconômica.
No âmbito escolar, não existe grandes problemas com a aceitação dessa formação de família, pois esse não é um motivo de vergonha para a criança que se sente segura com o amor prestado pelos pais. Porém, o preconceito pode sim ocorrer, mas esse somente tem início na cabeça dos adultos que não conseguem diferenciar a criação de uma criança, à homossexualidade dos pais. Para essas pessoas, se a criança que possui apenas mãe, ou vive em algum orfanatos pode ser influenciada em sua opção sexual.
Estudos apontam que não existe influência na sexualidade da criança ou adolescente, ainda mais pelo fato de que a homossexualidade não é doença – a própria ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece internacionalmente através de sua entidade OMS (Organização Mundial da Saúde), que homossexualidade não pode ter uma terminação em “ismo”, o que implica em doença e não em opção sexual.
O reconhecimento da formação familiar dos homossexuais fica cada vez mais conhecida, pesquisa revela que 58% dos brasileiros se declaram homofobicos (pessoas que são radicalmente contra os gays), no entanto medidas políticas vem sido tomadas, como exemplo vemos leis que criminalizam a homofobia e que legalizam de uma vez por todas a união civil entre homossexuais, ações que mostram o avanço na aceitação e desenvolvimento social.
A família homoafetiva é capaz de desenvolver a educação em seus mais diversos aspectos, e não gera influências ruins para uma criança em fase de formação. Apenas auxilia e permite um maior acesso aos sentimentos dos filhos e uma maior proximidade na relação familiar.


Veja vídeo do menino Terence, que canta uma música em homenagem a seus tem dois pais: