O projeto “Terça Tem Teatro” do Itaú Cultural apresenta nesta terça e quarta-feira, dias 5 e 6 de abril, às 20h, a peça “Uma Espécie de Alasca”, com direção de Gabriel Fontes Paiva e figurino assinado pela atriz Débora Fallabela, que estreia nessa peça a função de figurinista em sua carreira. A montagem com duração aproximada de 60 minutos foi escrita pelo vencedor do Nobel de Literatura em 2005, o ator, diretor, poeta e roteirista britânico Harold Pinter (1930-2008), conhecido como um dos principais representantes do teatro do absurdo. Seu texto foi inspirado no livro “Tempo de Despertar” (Awakening), do neurologista Oliver Sacks (1933-2015), que chocou o público por reunir relatos reais de pacientes curados de estágios catatônicos de encefalite letárgica, após serem submetidos por ele a um novo tipo de medicamento
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Peça “Uma Espécie de Alasca” faz duas apresentações no Itaú Cultural, em SP
O projeto “Terça Tem Teatro” do Itaú Cultural apresenta nesta terça e quarta-feira, dias 5 e 6 de abril, às 20h, a peça “Uma Espécie de Alasca”, com direção de Gabriel Fontes Paiva e figurino assinado pela atriz Débora Fallabela, que estreia nessa peça a função de figurinista em sua carreira. A montagem com duração aproximada de 60 minutos foi escrita pelo vencedor do Nobel de Literatura em 2005, o ator, diretor, poeta e roteirista britânico Harold Pinter (1930-2008), conhecido como um dos principais representantes do teatro do absurdo. Seu texto foi inspirado no livro “Tempo de Despertar” (Awakening), do neurologista Oliver Sacks (1933-2015), que chocou o público por reunir relatos reais de pacientes curados de estágios catatônicos de encefalite letárgica, após serem submetidos por ele a um novo tipo de medicamento
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Paulistas enfrentam longas filas para conferir o espetáculo “Dzi Croquettes”
Crédito da foto: Eduardo Mate
Crédito da foto: Eduardo Mate
Crédito da foto: Eduardo Mate
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Peça sobre Joana D'Arc reestreia no Galpão do Folias, em SP
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| Elenco da peça "Folias D'Arc" - Divulgação |
As músicas cantadas pelo elenco durante o espetáculos também são regadas de emoções e pluralidade. Uma mistura de ritmos brasileiros com música francesa. Mas um dos momentos musicais mais envolventes é quando todos cantam em francês o hino da França "La Marseillaise". Abaixo versão da música do filme "Piaf, Um Hino Ao Amor" (2007).
Serviço:
Sábados e domingos, às 17h (até 1º de março de 2015), no Teatro Galpão do Folias, na rua Ana Cintra, nº 213, no centro de São Paulo, próximo ao metrô Santa Cecília. Ingressos: R$ 40,00 (inteira)/ R$ 20,00 (Meia-Estudante)/ R$ 10,00 (moradores da região). Mais infos: (11) 3361-2223
sexta-feira, 19 de junho de 2009
ESTUDANTE TRADUZ IDENTIDADE SOCIAL NA PRODUÇÃO DE GIBIS
Misturando histórias em quadrinhos, aprendizado, cotidiano de pessoas, comércio e arte, o estudante de design Láion Pessoa, 19 anos, apresenta uma proposta diferenciada a população dos principais pontos da cidade de São Paulo.
Recém chegado na capital paulista, o baiano Láion acredita que sua principal inspiração para desenvolver as histórias de sua revista em quadrinhos está na própria experiência de convívio e adaptação na realidade de uma metrópole com as proporções de São Paulo “Salvador é de uma outra espécie de urbanidade, uma outra espécie de construção. É muito diferente mesmo”, disse o jovem.
Sua revista tem o nome de Giboia e, a primeira edição saiu no mês de abril trazendo temas adultos, polêmicos e com uma capa provocativa, que traz a ilustração de um pênis. Esse gibi tem como foco a crítica sobre a banalização do cotidiano das pessoas. A proposta já adquiriu seguidores, que agora também fazem parte do processo de criação da revista.
A comercialização é feita nas ruas, em pontos de grande movimento de pessoas e com local propicio ao tema do gibi. Para atrair a atenção, o jovem Láion Pessoa se caracteriza e aborda as pessoas fazendo um convite a leitura de uma revista diferenciada e a preço popular. “Eu me monto para vender e, a montagem não está separada do projeto da revista, não pode estar”, informou Láion.
Para produzir a Giboia, o jovem pensou em criar características brasileira que remetam uma identidade ao gibi nacional, assim como Comix nos EUA e os famosos Mangás no Oriente. Todo financiamento para produção da revista é custiado pelo próprio Láion, que conta apenas com espaço cedido pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP para a elaboração das produções gráficas em laboratórios específicos.
Mesmo enfrentando algumas dificuldades na viabilização do projeto, o jovem acredita na importância de escrever suas visões sobre o homem e a vida moderna “é a vida das pessoas hoje, é a cidade, e eu não acho que faça sentido trabalhar em algo descolado da vida”, afirmou Láion.

