Dupla sertaneja se junta à Anitta para nova faixa. (foto: Instagram/Reprodução)
A cantora Anitta começa a dar os primeiros passos de sua caminhada rumo a carreira internacional após conquistar o Brasil. A artista acaba de fazer uma apresentação no programa "The Tonight Show Starring Jimmy Fallon", da TV norte-americana, aonde realizou uma parceria na música "Switch" da rapper australiana Iggy Azalea. A performance está sendo muito comentada e o vídeo oficial alcançou mais de 2 milhões de visualizações em apenas 24 horas.
Aqui no Brasil, o sucesso de visualizações de outra parceria musical com a cantora Anitta também está dando o que falar. O videoclipe da canção "Loka", da dupla sertaneja Simone e Simaria, acaba de superar 300 milhões de views no Youtube. Uma marca impressionante para um vídeo com apenas cinco meses na plataforma (lançado no dia 6 de janeiro de 2017).
Até o momento esse é o clipe brasileiro com maior número de visualizações em 2017 e o sexto vídeo musical do Brasil mais visto na história do Youtube. O vídeo mais visto na plataforma é o clássico "Aí Se Eu Te Pego", de Michel Teló, lançado em julho de 2011, com mais de 749 milhões de views. Porém, em número de curtidas, a parceria de Simone e Simaria com Anitta superou o clipe de Michel Teló. São 2,1 milhões de curtidas positivas, contra 1,7 milhão de curtidas do sertanejo.
Com diversos musicais que conquistaram o público brasileiro, destacamos quatro musicais que marcaram uma geração nos teatros do Brasil nos últimos anos. Muitos são sucesso da Broadway e outros são produções totalmente nacionais, na febre dos musicais que contam a vida de artistas da música. Atualmente está em cartaz o musical "Wicked" (leia informações aqui), por esse motivo não consta nesta relação, mas poderia tranquilamente estar. Vamos para nossa lista:
"HairSpray" (2009)
Uma das primeiras grandes produções do gênero que fizeram muito sucesso no País, com apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo. Musical que teve origem do filme, de mesmo nome, e que fez sucesso na Broadway. A direção e tradução brasileira foram feitos por Miguel Falabella. No elenco, Simone Gutierrez brilhou como a protagonista Tracy. Edson Celulari, Danielle Winits, Arlete Salles, Jonatas Faro também estavam no elenco. Curiosidade: Tiago Abravanel interpretou o personagem Mr. Pinky, anos depois protagonizou o musical "Tim Maia" e estourou em todo o Brasil. O mesmo aconteceu com Karin Hils (ex-Rouge), que viveu uma das Dinamites, e anos mais tarde brilhou como a protagonista Delores, do "Mudança de Hábito". A seleção do elenco e preparo até o dia da estreia foram documentados em um programa do canal MultiShow. Abaixo uma das músicas mais animadas do musical, "Não Vamos Parar":
"Mudança de Hábito" (2015)
Por falar em Karin Hils, a atriz e cantora brilhou com a personagem Delores no musical "Mudança de Hábito", que foi inspirado no primeiro longa metragem do filme (Sister Act), protagonizado por Whoopi Goldberg. A própria atriz norte-americana escreveu uma versão com músicas inéditas para o musical que fez sucesso na Broadway. No Brasil, "Mudança de Hábito" ficou quase um ano em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo, com sucesso absoluto. Sua atuação rendeu a indicação de melhor atriz no terceiro Prêmio Bibi Ferreira. Thiago Machado viveu o policial bonitão Eddie. Curiosidade: a própria Whoopi Goldberg aprovou Karin Hils para viver o personagem Delores e aconselhou a brasileira a criar sua personagem com liberdade. Abaixo a canção "Pro Paraíso":
"Mamma Mia" (2010)
Considerado um dos musicais mais longos da Broadway, por ter ficado por anos em cartaz por lá, "Mamma Mia" ganhou o palco paulista com grande sucesso. Foram 354 apresentações, com 23 canções do ABBA adaptadas por Cláudio Botelho para o português. A atriz Kiara Sasso, considerada uma das principais artistas de teatro musical do Brasil, deu vida a protagonista Donna. Pati Amoroso ficou com o papel de sua filha, Sophie. O ator Thiago Machado viveu o noivo de Sophie, o envolvente personagem Sky. Vale lembrar que o ator também participou do musical "Mudança de Hábito" anos depois, como o policial Eddie. Outros atores que foram destaque nesse envolvente musical ambientado numa ilha Grega, são: Saulo Vasconcelos (Sam), Andrezza Massei (Rosie Clet) e Baccic (Harry). Abaixo a canção "Money, Money":
"Rita Lee Mora ao Lado" (2014)
Um lindo musical brasileiro, adaptada teatralmente do livro “Rita Lee Mora ao Lado – Uma Biografia Alucinada da Rainha do Rock”, do escritor Henrique Bartsch. O musical que conta parte da história de vida da roqueira Rita Lee é protagonizado pela atriz Mel Lisboa. O musical ficou em cartaz na capital de São Paulo e atualmente está em turnê pelo Brasil. Curiosidade: A atriz não se considera uma cantora e ficou nervosa nas primeiras apresentações. Em uma sessão no Teatro do Shopping Eldorado, Mel Lisboa e o elenco se emocionaram ao saber que Rita Lee assistiu a apresentação inteira da plateia em julho de 2014. A roqueira subiu ao palco e levou flores para Mel Lisboa, que não conteve as lágrimas. Abaixo link da interpretação da música "Coisas da Vida", um dos momentos de maior emoção do musical:
Mais um Carnaval começou e como tudo no Brasil está associado com essa tradicional época de folia, o blog também entrou no ritmo da serpentina e confete para apresentar uma lista com os quatro sambas-enredo inesquecíveis que passaram pelo Sambódromo paulista e pela Sapucaí carioca. São eles:
Tradição - Enredo (Ano: 2001): " Hoje É Domingo, É Alegria, Vamos Sorrir E Cantar"
Homenagem perfeita ao ícone da televisão brasileira, Silvio Santos. O maior comunicador do País teve sua trajetória retratada na avenida com muita alegria. Aliás, ainda hoje muitos cantam o refrão desse samba: "Vamos cantar, vamos brincar vamos sorrir. É domingo, é alegria. Silvio santos vem aí". O desfile aconteceu no dia 25 de fevereiro de 1995 e contou com várias celebridades, como a apresentadora Hebe Camargo, que estreou na Sapucaí naquele ano, e da ilustre presença do próprio homenageado da noite, Silvio Santos. A Tradição ficou em 8º lugar na colocação final.
X-9 Paulistana - Enredo (Ano: 1997): "Amazônia, a Dama do Universo"
Letra contagiante e refrão inesquecível, quem não se lembra do: "Balança, balança X-9"? O enredo sobre a Amazônia fez da X-9 Paulistana campeã do ano de 1997, fato inédito para uma escola de samba que havia desfilado apenas três vezes no Grupo Especial (1995, 1996 e 1997).
Mocidade Alegre - Enredo (Ano: 2012): "Ojuobá - No Céu, os Olhos do Rei... Na Terra, a Morada dos Milagres... No Coração, Um Obá Muito Amado!"
Canção emocionante da conhecida "Morada do Samba" paulista, que levou para a avenida o candomblé, a capoeira e as festas populares numa linda homenagem ao centenário do escritor Jorge Amado através de uma de suas obras mais famosas, o livro 'Tenda dos Milagres', lançado em 1969. Com o samba-enredo, a Mocidade Alegre foi campeã do Carnaval paulista de 2012.
Gaviões da Fiel - Enredo (Ano: 1995): “Coisa Boa é para Sempre”
Inesquecível, independente do time que se tenha. Um refrão contagiante, que dizia: "Me dê a mão, me abraça. Viaja comigo pro céu. Sou gavião, levanto a taça. Com muito orgulho, pra delírio da fiel". A ideia de trazer a alegria para a avenida fez com que a Gaviões da Fiel ganhasse seu primeiro título de campeã em 1995.
Não concordou com algum samba-enredo desta lista? Você se lembra de outros sambas que marcaram época? Então não deixe de comentar e opinar.
Cliente comprou carne à vácuo com data de validade alterada e produto estragado
Na última quarta-feira, 27, a jornalista Gisele Turteltaub comprou uma carne estragada e embalada à vácuo no hipermercado Carrefour, no bairro do Cambuci, em São Paulo. Gisele denúncia que a carne estava com alteração na etiqueta com o prazo de validade do produto - um pedaço de Capa de Filé da marca Friboi (foto). "Assim que abri a embalagem, o cheiro da carne podre tomou conta de toda a cozinha. Na mesma hora me dirigi ao atendimento ao cliente da unidade", relata a jornalista que teve o dinheiro pago pelo produto devolvido pela loja.
A carne, embalada à vácuo, estava com indicação de que havia sido embalada na própria quarta-feira, porém, segundo Gisele, era possível identificar que havia sido colada uma etiqueta por cima de outra, o que levantaria a hipótese de fraude no prazo de validade da carne colocada à venda pelo hipermercado. Além da jornalista, ao menos outros dois consumidores também reclamaram por terem adquirido peixes estragados na loja do Carrefour. Gisele registou reclamação na Vigilância Sanitária de São Paulo na manhã desta quinta-feira: "Com certeza eles alteram a etiqueta da data de embalagem", suspeita a jornalista.
Hipermercado vende carne estragada com etiqueta dentro do prazo de validade. Imagem: Reprodução Facebook.
O Carrefour já foi alvo de outras denúncias pelo mesmo motivo: venda de carne estragada. Através do site ReclameAqui, Nathani de Santo André (SP), afirmou no dia 20 de março: "Comprei uma carne estragada. No adesivo consta a data da fabricação 14 de março de 2013. Porém, no adesivo do frigorífico, que estava escondido em baixo da etiqueta e não tinha como visualizar, estava escrito que a data de fabricação real do produto era de dois meses antes, 16 de janeiro de 2013".
Em Goias, Luciana, também através do site ReclameAqui, registrou sua queixa no dia 12 de fevereiro: "Pela segunda vez tive um dessabor com o Carrefour. Comprei uma carne embalada à vácuo e ao chegar em casa e abrir a embalagem percebi, pelo forte odor, que a carne estava estragada".
O Portal Terra (clique aqui) fez reportagem em 2010 sobre a venda de carne estragada de uma loja do Carrefour em Goiânia. Segundo a matéria, mais de duas toneladas de alimentos vencidos e adulterados que eram comercializados pelo hipermercado foram apreendidos.
Ainda neste ano (2013), um vídeo publicado no Youtube (ver abaixo) do hipermercado Carrefour de Curitiba mostra um consumidor irritado após adquirir uma carne estraga.
Já na cidade do Rio de Janeiro, segundo o registrou de outro consumidor, o supermercado vendia bacon com vermes nas prateleiras. Assista as imagens publicadas no canal de Bruno Lage, no Youtube:
OUTRO LADO
Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa do Grupo Carrefour emitiu o comunicado abaixo: "O Carrefour esclarece que, logo que tomou conhecimento da manifestação da consumidora, prontamente prestou o atendimento e realizou o reembolso do valor do produto. A rede ressalta que, quando o produto é embalado a vácuo, traz as datas de fabricação e validade impressas pelo fabricante na própria embalagem. Quando o item chega às lojas, a rede acrescenta a etiqueta de preço, que registra também a data de conferência da pesagem do produto feita no ponto de venda. É importante ressaltar que todas as carnes bovinas adquiridas e comercializadas nas lojas da rede possuem o selo SIF - Serviço de Inspeção Federal. O Carrefour reforça que segue de maneira estrita as normas da Vigilância Sanitária e demais legislações vigentes, sempre buscando oferecer produtos de qualidade comprovada em todas as suas unidades".
Na foto: Edith e seu filho caçula/ Crédito: Reprodução
A terapeuta e especialista em diversidade sexual Edith Modesto concedeu entrevista para o jornalista Eduardo Mate. Edith é fundadora do GPH (Grupo de Pais de Homossexuais) - grupo que tem intuito de ajudar mães a lidar com a revelação de que possuem um filho gay - e criadora do Projeto Purpurina - grupo de jovens que se reúnem mensalmente para discutir assuntos relacionados a sexualidade. A entrevistada também é autora de livros que abordam a temática gay, como o livro: "Mãe sempre sabe? Mitos e verdades sobre pais e seus filhos homossexuais". Na entrevista, Modesto fala sobre homofobia e problemas sociais.
Eduardo - Existe Homofobia? Edith - Existe, e como! Dependendo de como você entenda, até os próprios homossexuais, muitos deles, são homofóbicos. Amigo, o preconceito é introjetado em todos nós, desde que nascemos. E se livrar dele é dificílimo! Preconceito gruda mais do que chiclete no cabelo!
Eduardo - Qual a definição para uma pessoa homofóbica? Edith - É homofóbica a pessoa que não aceita que a homossexualidade seja uma orientação sexual tão natural quanto a heterossexualidade.
Eduardo - Qual a diferença entre homofobia, preconceito e discriminação? Edith - Pode-se pensar em uma gradação de homofobia. Preconceito é do plano das ideias. Discriminação já é um fazer. Assim, discriminação é a concretização do preconceito.
Eduardo - O que é Homossexualismo? Edith - Não se fala mais homossexualismo, porque a terminação em 'ismo' implica em doença, como estrabismo. Esse termo é do tempo em que se achava que homossexualidade era deonça física ou psicológica. Sabe-se hoje que homossexualidade é um tipo de orientação sexual, pela qual a pessoa se sente atraída afetivamente e sexualmente por alguém do mesmo sexo que ela.
Eduardo - Como os homossexuais costumam se ver: como pessoas normais ou como pessoas que fogem da 'normalidade'? Edith - Como já disse, há homossexuais homofóbicos. Eles têm auto-preconceito e tem de passar por um processo de auto-aceitação. No final desse processo, se consideram pessoas como quaisquer outras. São diferentes da maioria somente no tipo de orientação sexual.
Eduardo - Os pais de homossexuais vêm a homossexualidade como doença? Edith - Os pais também passam por um processo de aceitação de seus filhos. Nas primeiras fases do processo, muitos pensam que a homossexualidade é uma doença. Quando adquirem mais conhecimento sobre a homossexualidade vêem que não é, que a homossexualidade é uma condição espontânea e natural.
Para informações sobre o GPH ou Projeto Purpurina, acesse: http://www.gph.org.br/
A entrevista será exibida com excluvidade neste domingo, dia 5, à 0h30, na RedeTV!
Classificação: Livre.
O jornalista Kennedy Alencar entrevistou o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy para o programa É Notícia, da RedeTV!. O encontro aconteceu na sede da OMC, em Genebra, na Suíça. Entre os assuntos abordados, Lamy falou da importância da imigração e fez análises sobre a economia mundial.
Durante a entrevista, Lamy contou que as barreiras sociais enfrentadas por estrangeiros ao entrarem na Europa, como imigrantes, representará um problema para o continente nos próximos anos: "No meu ponto de vista, a longo prazo, a Europa - que é o único continente do planeta onde a população vai diminuir nos próximos 50 anos - precisará da imigração para manter o nível de vida e sustentar os seus sistemas de proteção social", afirmou.
O entrevistado comentou as afirmações do presidente Lula, durante os últimos acordos comerciais com nações da América do Sul, de que os países emergentes devem se unir para serem tratados como potências pelos países mais ricos: "No mundo de hoje, não há mais ricos e pobres. Há ricos, países emergentes e países pobres. Por isso que países emergentes também devem reconhecer que a visão de Lula sobre isso é correta", constatou. Lamy também falou como o otimismo brasileiro colaborou com este novo status: "Hoje, quando olho para o Brasil, em comparação há 20 anos, vejo pessoas muito mais positivas que olham para o futuro", afirmou.
Pascal Lamy ainda analisou as consequências da crise econômica mundial de 2008 e disse que a iniciativa dos Estados em ajudar bancos a fugirem da falência, foi fundamental: “Se os bancos quebram, a população também quebra", ressaltou.
E ainda no programa, o diretor-geral da OMC falou de sua trajetória política, discutiu a Rodada Doha - nova negociação sobre a liberalização do comércio entre os países - e relembrou sua infância na França.
Na véspera da 13ª Parada do Orgulho LGBTS que deve atrair 3,5 milhões de pessoas, assuntos como adoção por casais gays ainda geram muita polêmica.
Quando se fala em solidariedade e ajuda ao próximo, o brasileiro sempre é referência no assunto. Campanhas que envolvem boas ações, companheirismo e o sonho de um futuro melhor sempre são bem recebidas pela sociedade, que se empenha ao máximo para a concretização de um Brasil mais justo. No entanto, estima-se que no Brasil existam mais de 80 mil crianças que moram em abrigos. A investigação da possibilidade de reinserí-las nas próprias famílias, muitas vezes impedem uma definição para seu futuro, o que muitas vezes reapresenta no crescimento nas próprias instituições sem saber o que é ter um pai ou uma mãe. Do ponto de vista jurídico, adotar é um procedimento legal que visa transferir os direitos e deveres de pais biológicos para uma família substituta. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), não faz restrição quanto à opção sexual do adotante. A adoção será permitida desde que apresente reais vantagens para o adotando e ofereça ambiente familiar adequado. Porém, a Constituição Brasileira não reconhece o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Neste caso, apenas uma das pessoas do casal homossexual poderá assumir a paternidade adotiva da criança ou adolescente. A justiça coloca muitas vezes questões éticas religiosas para tomar decisões em relação a este assunto, porém acaba esquecendo de analisar o que será melhor para aquela criança, e também qual a sua opinião sobre a questão. Será que deixá-las em um orfanato seria o melhor a fazer? - Muitas vezes as crianças que estão em orfanatos são rejeitadas por pais heterossexuais e pela sociedade que não tem interesse na adoção por fatos pequenos como a idade, cor, ou traumas psicológicos diversos. As famílias homoafetivas, normalmente não se preocupam com esse tipo de detalhe e querem apenas expor seu amor a um ser humano. Por isso vemos que todas as crianças que conseguiram ser adotadas ou que convivem com pais homossexuais são felizes e, muitas vezes possuem uma ótima situação socioeconômica. No âmbito escolar, não existe grandes problemas com a aceitação dessa formação de família, pois esse não é um motivo de vergonha para a criança que se sente segura com o amor prestado pelos pais. Porém, o preconceito pode sim ocorrer, mas esse somente tem início na cabeça dos adultos que não conseguem diferenciar a criação de uma criança, à homossexualidade dos pais. Para essas pessoas, se a criança que possui apenas mãe, ou vive em algum orfanatos pode ser influenciada em sua opção sexual. Estudos apontam que não existe influência na sexualidade da criança ou adolescente, ainda mais pelo fato de que a homossexualidade não é doença – a própria ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece internacionalmente através de sua entidade OMS (Organização Mundial da Saúde), que homossexualidade não pode ter uma terminação em “ismo”, o que implica em doença e não em opção sexual. O reconhecimento da formação familiar dos homossexuais fica cada vez mais conhecida, pesquisa revela que 58% dos brasileiros se declaram homofobicos (pessoas que são radicalmente contra os gays), no entanto medidas políticas vem sido tomadas, como exemplo vemos leis que criminalizam a homofobia e que legalizam de uma vez por todas a união civil entre homossexuais, ações que mostram o avanço na aceitação e desenvolvimento social. A família homoafetiva é capaz de desenvolver a educação em seus mais diversos aspectos, e não gera influências ruins para uma criança em fase de formação. Apenas auxilia e permite um maior acesso aos sentimentos dos filhos e uma maior proximidade na relação familiar.
Veja vídeo do menino Terence, que canta uma música em homenagem a seus tem dois pais: