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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Viagem bate-volta para Jundiaí por apenas 8 reais o trajeto

Relógio da estação de Jundiaí. Crédito: Eduardo Mate.
Nem sempre uma viagem precisa ser longa quando se está em situações normalmente ditas como adversas para relaxar, como em datas fora dos feriados prolongados, do período de férias ou quando se está com pouco dinheiro. É possível fazer viagens curtas e rápidas no mesmo dia, gastando pouco. A partir de agora pretendo contar parte dessas experiências, mesmo as que não sejam tão bacanas. Compartilhar essas dicas sempre são de importância, afinal, quem nunca faz aquela busca no "Google" antes de se encorajar para uma aventura nova?

O primeiro roteiro escolhido foi Jundiaí, uma cidade de interior que fica a 57 quilômetros de São Paulo. Eu e meu acompanhante decidimos não planejar o que fazer - embora isso não seja recomendado ao fazer qualquer viagem -, pois acredito que as vezes é bom não roterizar algumas coisas para ser surpreendido. Escolhemos o destino, entre outras coisas, pela curiosidade de andar na linha 7 (Rubi) da CPTM que saí da estação Luz, passando pela Barra Funda, com destino a Francisco Morato e interligação ao nosso destino escolhido, Jundiaí. Utilizamos o Bilhete Único, cuja passagem custa de R$ 4,00​ para ida e  R$ 4,00 para volta, ou seja, econômico desde o começo. 

O caminho é agradável, pois o horário e dia (domingo) não são de pico, logo o trem não é lotado. Ainda assim optamos em ficar de pé próximos da porta para poder apreciar com mais zelo as paisagens e locais por onde passamos. O trajeto total demora cerca de 1h30. Passamos pela região metropolitana de São Paulo, por bairros conhecidos como Lapa (é possível ver o Mercadão) e Vila Clarice, além de atravessar a ponte "Comunidade Húngara" sob o Rio Tietê. O transporte ainda passa próximo ao famoso Pico do Jaraguá. Nota-se ainda o desnível socioeconômico de moradias em cada região. Dentre as belezas, estão as paisagens da natureza. São montanhas cheias de árvores, áreas alagadas naturalmente, lagos e gado. Passamos ainda por dentro de um túnel antigo quando já estavamos no interior paulista após a troca de trem (no outro lado da plataforma) ao chegar na estação Francisco Morato. Seguimos por mais quatro estações em um caminho sinuoso até Jundiaí. A estação é clássica, como voltar ao tempo, com um lindo relógio.

Ao sair da estação nos deparamos com vários táxis e um terminal de ônibus da cidade logo em frente. Apesar do município passar por polêmicas em relação a regulamentação dos aplicativos de locomoção, decidimos optar por esse meio: mais seguro e econômico. Vale lembrar que apesar de termos como meta começar a viagem bate-volta às 8h30, nos atrasamos e chegamos em Jundiaí somente às 17h30. Andamos pela região até chegar em uma unidade do Sesc, que possui uma linda arquitetura de formato redondo. Mais tarde, após pegarmos dicas de onde jantar, eis que nos direcionamos até um local incrível chamado "Beco Fino". O point (quase como um condomínio ou uma vila) reúne várias opções de bares, restaurantes, buffet e até mesmo uma casa de boliche. Essa é uma ótima opção para fugir dos shoppings na hora de se alimentar. Ao caminhar subir suas ruas, andar pelo estacionamento e lembrarmos que o “Beco” parece um pouco lugares que já conhecemos no Chile, Argentina e Estados Unidos. Enfim, decidimos jantar na cantina e pizzaria “Verace”.

O local é agradável e aconchegante. Escolhemos uma mesa central no deck com vista para o local, possível ver o céu estrelado. Os garçons são educados e prestativos. Uma grande surpresa aos apaixonados por azeite: ao pedir pizza, eles deixam na mesa ao menos quatro tipos diferentes de azeite de oliva extra-virgem, como o português e o espanhol. Os sabores também são dos mais diversos e saborosos. Seguimos a sugestão do garçom e saboreamos o sabor "Caccio e Pepe", recheada com queijo muçarela de búfala, queijo brie francês, com cada fatia acompanhada de uma camada de geleia de pimenta levemente picante e gotas de azeite de tangerina. Uma delícia. O valor também é justo, cerca de 62 reais na pizza tamanho seis pedaços. Ao sair já eram quase 21h e fomos de volta para a estação da CPTM para fazer o caminho de volta. Passamos um final de tarde e noite no interior, com gasto aproximado de 85 reais por pessoa. Voltaremos mais cedo para apreciar outros lugares, como a dica que recebemos do Parque da Cidade. 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Crítica: A difícil missão do novo "Les Misérables" em substituir "Wicked"

Crédito da foto: Marco Mesquita.
A nova montagem da Broadway em São Paulo, “Les Misérables”, que está em cartaz no Teatro Renault, pela Time4Fun - empresa que se consolidou nos últimos anos como uma das principais responsáveis por produções de teatro musical no Brasil, tais como, “Wicked” (um fenômeno que conquistou fãs), “Mudança de Hábito”, “Mamma Mia!” e “Rei Leão” -, não surpreende tanto o público. Vale lembrar que a versão original desse musical, traduzido como “Os Miseráveis”, abriu há 16 anos o Teatro Renault (na época chamado de Teatro Abril) para o segmento em São Paulo, consagrando atores como Marcos Tumura (Jean Valjean), Alessandra Maestrini (Fantine), Saulo Vasconcelos (Javert), Sara Sarres (Cosette), Adriano Oliveira (Thernadie), Frederico Silveira (Marius), Ester Elias (Eponine), Leonardo Luiz (Enjolras) e Andrezza Massei (que também está na atual montagem com a personagem Madame Thenardier). 

A atual montagem apresenta bons momentos, mas carece da técnica dos musicais anteriores produzidos no Brasil, que pouco deixaram a desejar na comparação com os musicais de Nova Iorque (EUA). O novo “Les Misérables” é uma releitura moderna do tradicional musical de Alain Boublil e Claude-Michel Schönberg, que já venceu mais de 125 prêmios, além de ter sido montado em 44 países, visto por mais de 70 milhões de pessoas e traduzido para 22 línguas. Esta montagem repaginada, lançada em 2010, em Londres, deu origem a uma consagrada e premiada versão nos cinemas em 2012. É uma versão diferente do que já foi apresentado no Brasil, em 2001. Vale ressaltar também que a megaprodução é repleta de efeitos especiais, cenários luxuosos e figurinos impressionantes, mas não vou tratar disso nesta publicação. 

O início de um grande musical é muito importante para o tônus dos atores e para transmitir ao público o contexto da peça. Neste caso, a primeira cena do musical não acerta o tom de força necessário. Assim que os atores cantam sua parte, antes do personagem Jean Valjean ter o seu solo, mais uma vez a falta de tônus. Os atores estão preocupados em acertar as notas, mas esquecem da intenção para as ações de seus personagens, prejudicando o universo necessário para a montagem. Essa é a mesma falta de emoção sentida em um dos pontos mais altos do musical: a batalha sangrenta.

O ator espanhol Daniel Diges, trazido ao Brasil para interpretar o protagonista Jean Valjean, possui boa compreensão da personagem aliado a entrega necessária para o papel. O problema aqui é a pronúncia. Por vezes, no decorrer do musical, não é possível compreender o que o ator canta em português. O sotaque espanhol rouba a cena e tira a atenção do público, que cochicha baixinho até se adaptar com a situação. Daniel consegue passar a mensagem, até porque já interpretou o mesmo personagem na montagem da Espanha. Porém, é o caso para pensar se não haveria um ator a altura no Brasil, que pudesse trazer a força de Jean Valjean, tão bem feita por Marcos Tumura na primeira montagem de “Os Miseráveis” (2001) no País.

Relembre: Os quatro melhores musicais que passaram pelo Brasil.

Em compensação a atriz Andrezza Massei brilha em cena, como sempre faz em seus papeis. Andrezza dá vida a Madame Thenardier e passa toda a confiança necessária para a personagem e consegue mexer com o público desde os primeiros segundos. É possível acreditar na situação e embarcar na história com entusiasmo. A afinação e notas sempre precisas da atriz também são importantes a se destacar.O público se encanta e os aplausos só reforçam o talento inquestionável dessa grande atriz. Ivan Parente consegue acompanhar Andrezza e faz uma ótima atuação como Thenardier neste núcleo do familiar alívio cômico da história desse musical.   

Reprodução Instagram. Na foto: Ivan Parente e Andrezza Massei.
No entanto, a primeira cena em que é possível sentir o peso dramático do musical, esquecer que se tratar de uma peça de teatro e se sentir transportado para aquela realidade é a cena das prostitutas com a personagem Fantine, interpretada na medida certa por Kacau Gomes. A difícil canção e talvez uma das mais famosas músicas desse musical, “I Dreamed a Dream” (Eu Tive Um Sonho), é cantada com exatidão e leva às lágrimas parte dos expectadores. 

Vale ressaltar que Nando Pradho pode estar dando vida a um dos melhores Javert de todas as montagens já realizadas. O ator mostra um trabalho maduro com excelência no canto, nas intenções, emoções e trabalho corporal. É difícil afirmar qual o seu melhor momento, por ter uma interpretação incrível durante todo o musical, mesmo assim me arrisco: destaco a "dor" sentida por Javert durante a cena de seu suicídio.

Já a interpretação de Laura Lobo como Eponine foi boa, mas longe da arrepiante performance da atriz Nikki M. James na montagem Broadway, em 2014. O mesmo com o ator Filipe Bragança, que faz o Marius, neste caso a interpretação está boa, mas o canto ainda não está seguro. Em compensação Clara Verdier, que interpreta Cosette, está na medida certa, do canto a interpretação.

Compare os vídeos da música "One Day More", adaptado em português como "Só Mais Um". O brasileiro foi gravado na coletiva de imprensa pelo portal "Cena Musical" e o segundo vídeo é o da montagem da Broadway de 2014, em uma apresentação feita no aclamado "Tony Awards":

Brasil (2017):


Broadway (2014):

Chamou a atenção: Surpreendentemente o musical fugiu do padrão e não entregou aos espectadores o tradicional programa do espetáculo (também conhecido como PlayBill), onde traz informações sobre a montagem, produção, fotos e atores. Uma pena.

ATUALIZAÇÃO: O musical passou a distribuir o famoso encarte. 

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

"DZI Croquettes" se prepara para 13 apresentações em São Paulo

"Dzi Croquettes" em apresentação no Teatro João Caetano em 2015. Crédito da foto: Eduardo Mate

Quase um ano após suas duas últimas passagens por São Paulo, o grupo teatral "DZI Croquettes" acaba de anunciar em sua página oficial no Facebook que irá retornar para a maior metrópole do País para uma temporada com 13 apresentações, que serão realizadas a partir do dia 3 de novembro no Teatro Augusta, localizado no bairro da Consolação (SP).

O público paulista, que estava com saudade da bandália dos DZI, já pode comprar os ingressos para as sessões que estão programadas para acontecer de quarta a quinta-feira (até o dia 15 de dezembro), através do site "Compre Ingresso". Os preços variam entre R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia). 


O blog acompanhou duas sessões da passagem do musical "DZI Croquettes em Bandália", de Ciro Barcelos, realizadas no Teatro João Caetano nos dias 1 e 3 de maio de 2015 e contou aqui como o público reagiu com entusiasmo e euforia. 



"DZI Croquettes"
Foto do elenco original do "DZI Croquettes"
O grupo "DZI Croquettes" formou-se nos anos de 1970, no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, sob o rigor e talento formidável do americano Lennie Dale (1934-1994). Eram ao todo 13 artistas completos que se uniram e criaram um movimento de liberdade em plena ditadura militar brasileira. O espetáculo conquistou os cariocas e posteriormente desembarcou em São Paulo, onde foram projetados nacionalmente, mas logo veio a censura. Durante o exílio os jovens "DZI" não se abalaram, seguiram adiante e encantaram de forma única a plateia da Europa. Anos depois, voltaram ao Brasil, onde houve a desintegração do grupo, mas nunca do ideal. 
  
Com a repercussão do documentário que retratou essa história de 45 anos, três membros da formação original, Ciro Barcellos (que dirige a peça), Bayard Tonelli (que faz participação especial em cenas lúdicas), Claudio Tovar (responsável pelo figurino) e novos talentos se reuniram para fazer uma homenagem e contar uma nova história: "DZI Croquettes em Bandália". 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Peça “Uma Espécie de Alasca” faz duas apresentações no Itaú Cultural, em SP


O projeto “Terça Tem Teatro” do Itaú Cultural apresenta nesta terça e quarta-feira, dias 5 e 6 de abril, às 20h, a peça “Uma Espécie de Alasca”, com direção de Gabriel Fontes Paiva e figurino assinado pela atriz Débora Fallabela, que estreia nessa peça a função de figurinista em sua carreira. A montagem com duração aproximada de 60 minutos foi escrita pelo vencedor do Nobel de Literatura em 2005, o ator, diretor, poeta e roteirista britânico Harold Pinter (1930-2008), conhecido como um dos principais representantes do teatro do absurdo. Seu texto foi inspirado no livro “Tempo de Despertar (Awakening), do neurologista Oliver Sacks (1933-2015), que chocou o público por reunir relatos reais de pacientes curados de estágios catatônicos de encefalite letárgica, após serem submetidos por ele a um novo tipo de medicamento    

Crises existenciais do ser humano, tratando de limites pessoais, relações familiares e moléstias do corpo e da alma são abordados em “Uma Espécie de Alasca”, que conta a história de Débora, que após 29 anos em coma devido a doença do sono, acorda com a mente de 16 anos de idade. Em paralelo, se desenrola o drama de sua irmã Paulinha e de seu cunhado, o médico Hornby, que cuidaram dela nesse período.

O elenco reúne os atores Yara de Novaes (Débora), Miriam Rinaldi (Paulinha) e Jorge Emil (Hornby). Para o diretor Gabriel Fontes Paiva: “São artistas genuínos que gostam de se aventurar em territórios ainda não explorados porque sabem que é no risco que podemos avançar mais”.

A montagem conta ainda com o trabalho do artista visual Luiz Duva (concebe o vídeo da peça), reconhecido pelo seu trabalho em vídeoarte, performance e novas mídias. Luisa Mata, que é destaque da nova MPB, e o músico reconhecido internacionalmente Jam da Silva, também empreendem pela primeira vez no teatro com músicas e arranjos.

Para a versão roteirizada do livro, Paiva considera que Pinter chegou a compreender os pacientes narrados por Sacks até mais do que sua equipe médica, segundo os próprios teriam observado quando assistiram à primeira montagem do texto em 1982, em Londres. “Isso mostra como o teatro pode mergulhar no inconsciente, resgatando de lá, sem juízo de valor, nossa mais sincera humanidade", comenta o diretor desta adaptação para o teatro brasileiro de Uma Espécie de Alasca, que agora ganha duas apresentações no Terça Tem Teatro do Itaú Cultural.


SERVIÇO
Peça: Uma Espécie de Alasca
Onde: Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149)
Horário: 20h (Chegar com antecedência para retirada dos ingressos)
Quanto: Grátis 

quarta-feira, 2 de março de 2016

Musical "Wicked" estreia em São Paulo com mega produção

Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda) - Créditos - Marcos Mesquita
O cenário de teatro musical no Brasil contínua forte mesmo em ano de crise econômica e política, prova disso é a megaprodução da Broadway, "Wicked", que estreia no teatro Renault, em São Paulo, nesta sexta-feira, dia 4 de março, com letras em português e um elenco brasileiro que está afinadíssimo. 

A magia desse musical já foi vista por mais de 48 milhões de pessoas no mundo, o que soma um faturamento superior a 3,9 bilhões de dólares. "Wicked" também já ganhou mais de 100 prêmios internacionais, incluindo um Grammy e três prêmios Tony Award, que é a maior premiação do teatro dos Estados Unidos.

"Wicked" estreia no Brasil. Créditos - Marcos Mesquita
Baseada no best-seller do escritor americano Gregory Maguire lançado em 1995, o livro "Wicked" narra o que teria acontecido antes e depois dos acontecimentos do clássico filme "O Mágico de OZ" (1939). Antes de Dorothy, munida de seus brilhantes sapatos e do cachorro Totó pelo caminho dos tijolos amarelos entrar em cena, a história revela como Elphaba se tornou a "bruxa má", e Glinda, a "feiticeira boa", desmistificando os respectivos adjetivos.

A superprodução estreou nos palcos em 2003 e conta com efeitos especiais de tirar o fôlego, com figurinos, jogos de luzes e cenários deslumbrantes. "Wicked" traz músicas e letras originais de Stephen Schwartz e libreto de Winnie Holzman. O musical é dirigido por Lisa Leguillou, baseada na direção original de Joe Mantello. A coreografia é de Wayne Cilento. No Brasil, a montagem possui um elenco de altíssima qualidade e vem acompanhado de uma adaptação feita para cultura e piadas do Brasil, como quando lançam o ato de fazer o famoso "beijinho no ombro" em uma das cenas. Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda) estão ótimas como protagonistas do musical. Jonatas Faro (Fiyero), Giovanna Moreira (Nessarose), Bruno Fraga (Boq), César Mello (Doutor Dillamond), Sérgio Rufino (Mágico de OZ) e Adriana Quadros (Madame Morrible) também estão fantásticos. Destaco ainda a participação de Diego Montez (que está no ar na novela" Cúmplices de Um Resgate", do SBT), como ensemble e cover do Fiyero.

Veja vídeo do música 'Venha Ver' (One Short Day), disponível no canal "Cena Musical":



Confira a sinopse: 
Muito antes de Dorothy chegar, duas outras garotas se conheceram na Terra de Oz. Elphaba, nascida com a pele cor verde-esmeralda, é esperta, ardente e incompreendida. Glinda é belíssima, ambiciosa e muito popular. Essa megaprodução, que faz rir e chorar, traz à tona os segredos que levam Elphaba a se tornar uma bruxa “má” e Glinda a ganhar a simpatia dos habitantes da Cidade das Esmeraldas. Wicked, por meio de números e performances surpreendentes, mostra que toda história tem diversos pontos de vista e que ser diferente faz de você alguém único e extraordinário.

Serviço:Musical: Wicked
Local: Teatro Renault - Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista, São Paulo – SP
Sessões: Quintas e Sextas, às 21h, Sábados, às 16h e 21h, e Domingos, às 15h e 20h.
Temporada: de 04 de março a 31 de julho de 2016
Capacidade: 1.530 lugares.
Assentos: O teatro conta com 16 assentos para deficientes físicos e 11 para pessoas obesas.
Classificação: Livre. 
Estacionamento: O teatro não possui estacionamento próprio.
Ingressos: De R$ 50 a R$ 280.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Paulistas enfrentam longas filas para conferir o espetáculo “Dzi Croquettes”

Longas filas com um público ansioso e empolgado. O encantamento, maquiagem, purpurina, vestidos sensuais, salto alto, pernas peludas e muita dança entram em cena. É o espetáculo "DZI Croquettes em Bandália" que desembarcou em São Paulo para três apresentações únicas que ocorreram nas noites dos dias 1º, 2 e 3 de maio. 

Essa foi a primeira passagem do espetáculo em terras paulistas desde seu lançamento, há três anos. A peça foi elaborada a partir do sucesso do premiado documentário "DZI Croquettes" (2009), dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez.

Crédito da foto: Eduardo Mate

O grupo "DZI Croquettes" formou-se nos anos de 1970, no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, sob o rigor e talento formidável do americano Lennie Dale (1934-1994). Eram ao todo 13 artistas completos que se uniram e criaram um movimento de liberdade em plena ditadura militar brasileira. O espetáculo conquistou os cariocas e posteriormente desembarcou em São Paulo, onde foram projetados nacionalmente, mas logo veio a censura. Durante o exílio os jovens "DZI" não se abalaram, seguiram adiante e encantaram de forma única a plateia da Europa. Anos depois, voltaram ao Brasil, onde houve a desintegração do grupo, mas nunca do ideal. 

Com a repercussão do documentário que retratou essa história de mais de 40 anos, três membros da formação original, Ciro Barcellos (que dirige a peça), Bayard Tonelli (que faz participação especial em cenas lúdicas), Claudio Tovar (responsável pelo figurino) e novos talentos se reuniram para fazer uma homenagem e contar uma nova história: "DZI Croquettes em Bandália". 


                                                                      Crédito da foto: Eduardo Mate

A peça mostra um grupo de jovens artistas que após assistirem ao documentário do "DZI Croquettes" se reúnem numa garagem com dois "DZI" originais para modificarem a caretice do teatro que se tornou habitual. A partir daí, como numa república, os 12 artistas vivenciam diversas situações, repletas de rituais, com dança, comédia, drama, energia, sensualidade, sapateado e música de diversos seguimentos, que passam pelo rock, samba, tango, MPB, etc. 

        Crédito da foto: Eduardo Mate

Filas quilométricas se formaram em frente ao teatro João Caetano, no bairro Vila Clementino. As apresentações foram gratuitas e fizeram parte do "Circuito São Paulo de Cultura", organizado pela Prefeitura. Foram aproximadamente 1.500 pessoas em apenas três sessões. O público era variado e não se incomodou de esperar quatro horas na fila para ficar mais próximo do palco e lotar o teatro. Aplaudidos em pé no final de cada sessão, os "DZI" foram gentis ao atender todos no final da apresentação. Muitas fotos e elogios pelo trabalho envolvente e emocionante que tocou os espectadores de diferentes idades durante os 110 minutos de espetáculo.


                                                                      Crédito da foto: Eduardo Mate

Além de Ciro Barcellos e da participação especial de Bayard Tonelli, o espetáculo contou com os atores: Bruno Gissoni (o mais recente "DZI"), Demetrio Gil, Franco Kuster, Leandro Melo, Lukas Lima, Pedro Valério, Ricardo Burgos, Rodolfo Goulart, Sonny Duque e Udylê Procópio.


                                                                     Crédito da foto: Eduardo Mate

Ao término da última apresentação, o público se questionava quando teriam a oportunidade de assistir mais uma vez ao "DZI". 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Cantor sertanejo fura fila de bistrô e revolta clientes em SP

Na madrugada deste domingo, 19 de abril, um famoso cantor sertanejo, que faz dupla com outro compositor, visitou um badalado bistrô parisiense (não é do lado de Madri) no bairro dos Jardins, em São Paulo. O sertanejo, que estava acompanhado da esposa e de vários amigos, chegou ao local após assistir ao musical "Mudança de Hábito", em cartaz no Teatro Renault. 

O cantor aguardava do lado de fora do bistrô, como as demais pessoas que estavam há aproximadamente duas horas na fila para conseguir entrar no local e saborear as famosas sobremesas que levam nome de celebridades. Porém, para surpresa e irritação dos clientes, a trupe do sertanejo (que estava sem sua dupla) entrou no local após 20 minutos, antes do tempo de espera, furando a fila de todos. 

O restaurante não soube explicar aos clientes o motivo de ter facilitado a entrada do famoso cantor, mas tentou contornar a situação com aqueles que foram reclamar com a hostess do estabelecimento. Enquanto isso, do lado de dentro, o sertanejo e seus amigos postavam fotos no Instagram. Vale ressaltar que mesmo com as gordices do bistrô, o cantor está em pleno projeto saúde com objetivo de ajudá-lo a alcançar o corpo ideal e hábitos alimentares saudáveis em três meses.  

Responda nossa enquete e opine:

Você acha certo famosos furarem fila?
Sim, pois eles trabalham muito.
Sim, pois eles podem ser atacados por fãs.
Sim, pois São Paulo não é do lado de Madri.
Não, eles devem pegar filas igual a qualquer um.
Depende do famoso.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Peça sobre Joana D'Arc reestreia no Galpão do Folias, em SP


A partir do próximo sábado, 31 de janeiro, às 17h, reestreia em São Paulo, no teatro "Galpão do Folias", a peça "Folias D'Arc", mais uma produção do Grupo Folias.
Elenco da peça "Folias D'Arc" - Divulgação


A peça conta de maneira criativa, lúdica e com intervenções musicais a história sobre a vida da guerreira francesa Joana D'Arc (1412-1431). As quatro principais passagens da vida da guerreira são mostradas: sua infância, o período em que lutou na Guerra dos Cem Anos, a morte na fogueira pela inquisição (condenada pela Igreja) e, por fim, quando foi canonizada pela Igreja Católica. Aspectos polêmicos como vestimentas usadas por Joana e suas visões também são retratadas. O final da peça reserva, como de costume pelo grupo, uma interação com os espectadores pelo entorno do teatro.
As músicas cantadas pelo elenco durante o espetáculos também são regadas de emoções e pluralidade. Uma mistura de ritmos brasileiros com música francesa. Mas um dos momentos musicais mais envolventes é quando todos cantam em francês o hino da França "La Marseillaise". Abaixo versão da música do filme "Piaf, Um Hino Ao Amor" (2007).




"Folias D'Arc" é uma adaptação coletiva da obra do autor paulista Timochenco Wehbi (1943-1986), "As Vozes da Agonia" e possui direção cênica e musical de Dagoberto Feliz. Elenco: Alex Rocha, Cel Oliveira, Debora Raquel, Gisele Valeri, Helder Mariani, Katia Naiane, Laruama Alves, Marcella Vicentini, Marcellus Beghelle, Paloma Rocha, Rafaela Penteado, Rafael Passos, Rodrigo Scarpelli, Saryda Andara, Silmara Deon, Suzana Aragão e Tarcila Tanhã.

Serviço:
Sábados e domingos, às 17h (até 1º de março de 2015), no Teatro Galpão do Folias, na rua Ana Cintra, nº 213, no centro de São Paulo, próximo ao metrô Santa Cecília. Ingressos: R$ 40,00 (inteira)/ R$ 20,00 (Meia-Estudante)/ R$ 10,00 (moradores da região). Mais infos: (11) 3361-2223

segunda-feira, 11 de março de 2013

Ciclistas protestam na Av. Paulista após atropelamento

Infrator jogou braço da vítima em córrego da avenida Ricardo Jafet, em São Paulo

No final da tarde do último domingo (10), cerca de 20 ciclistas protestaram contra a impunidade de motoristas que atropelam ciclistas e fogem. A manifestação aconteceu próximo a estação do Metrô Brigadeiro, local onde o ciclista David Santos de Souza, de 21 anos, foi atropelado no início da manhã de domingo. O motorista Alex Siwek, de 22 anos, estudante de psicologia fugiu sem prestar socorro e ainda jogou o braço da vítima, que ficou preso em seu carro, em um córrego na avenida Ricardo Jafet. Alex Siwek está preso e segundo a polícia deverá responder por quatro crimes: tentativa de homicídio com dolo eventual, embriaguez ao volante, fuga do local do acidente e tentativa de fraude processual (por ter jogado o braço da vítima em um córrego). O atropelamento causou indignação dos protestantes e das pessoas que passavam pelo local. Os manifestantes espalharam cartazes e pichações com os seguintes dizeres: "Impunidade e omissão matam!", "Fatalidade?" e "Por que criamos monstros no trânsito?". O ciclista Ales Siwek também foi homenageado com cartazes e bicicletas que foram colocadas viradas para baixo. 

Crédito da foto: Eduardo Mate
Crédito da foto: Eduardo Mate


Crédito da foto: Eduardo Mate

Crédito da foto: Eduardo Mate
Crédito da foto: Eduardo Mate

Crédito da foto: Eduardo Mate
Crédito da foto: Eduardo Mate

domingo, 10 de abril de 2011

Briga em McDonald’s da Av. Paulista deixa feridos

Na noite da última sexta-feira, 8, clientes de uma lanchonete da rede fast-food McDonald's, localizado na avenida Paulista, próximo ao metrô Consolação, foram surpreendidos com uma confusão envolvendo funcionários da loja e um grupo de jovens. Segundo testemunhas que estavam no local, após serem retirados da lanchonete devido bate boca, um grupo de jovens entrou na loja fazendo acusações e segurando garrafas de vidro.  
Confusão dentro da loja assusta clientes
Em meio a confusão imposta pelo grupo, que supostamente procurava um boné que havia sido perdido no local, uma funcionária foi agredida com chutes e socos por um dos rapazes. Enquanto isso, outro garoto arremessou a garrafa que segurava na cabeça de um dos clientes que estavam no local. A briga se estendeu para dentro do restaurante McDonald's, que estava lotado naquele momento. Alguns funcionários, inconformados com a agressão do grupo com os colegas de trabalho, revidaram com socos e empurrões em um dos rapazes.

 

Na sequência, o grupo foi colocado novamente para fora da loja e o estabelecimento teve suas portas fechadas com todos os clientes presos do lado de dentro. Antes de irem embora, o grupo ainda arremessou um vaso contra uma porta de vidro que ficou danificada com o impacto. 

Vidro da porta ficou quebrado após ataque
Enquanto clientes tentavam entender o que aconteceu, funcionários temiam ser demitidos por justa causa devido a confusão. Já os seguranças da loja, apareceram na sequência e, do lado de dentro do restaurante, esperaram a polícia que chegou cerca de 10 minutos depois do ocorrido. A PM liberou a porta, averiguou os estragos e ouviu versões de funcionários.  

Polícia ouve testemunhas

terça-feira, 8 de março de 2011

DRAGÕES DA REAL FESTEJA TÍTULO NO CARNAVAL PAULISTA

Quadra da escola recebe comunidade para comemorar vitória inédita

A escola de samba Dragões da Real, representante da torcida organizada do São Paulo, comemora neste instante a vitória inédita com o título do grupo de acesso do Carnaval de São Paulo. Com este resultado, a Dragões sobe para o grupo Especial, onde desfilará ao lado de outras escolas ligadas a torcidas de futebol, como Gaviões da Fiel e Mancha Verde.
Com 10 anos de existência, a Dragões liderou a pontuação com folga durante a apuração das notas dos jurados que ocorreu no início da noite desta terça-feira, dia 8. A escola conquistou 279,25 pontos, contra 267,75 da segunda colocada, a escola Camisa Verde e Branco.
Agora a pouco, representantes da escola exibiram o troféu na quadra, onde membros da comunidade estão reunidos e comemorando a conquista. A cada momento chega mais pessoas que já lotam a quadra localizada na Vila Anastácio, bairro da Lapa, Zona Oeste de São Paulo.

Fotos tiradas em primeira mão. Crédito: Eduardo Mate.

sábado, 4 de setembro de 2010

DIRETOR-GERAL DA OMC, PASCAL LAMY É O ENTREVISTADO DO PROGRAMA É NOTÍCIA

A entrevista será exibida com excluvidade neste domingo, dia 5, à 0h30, na RedeTV!
Classificação: Livre.
O jornalista Kennedy Alencar entrevistou o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy para o programa É Notícia, da RedeTV!. O encontro aconteceu na sede da OMC, em Genebra, na Suíça. Entre os assuntos abordados, Lamy falou da importância da imigração e fez análises sobre a economia mundial.
Durante a entrevista, Lamy contou que as barreiras sociais enfrentadas por estrangeiros ao entrarem na Europa, como imigrantes, representará um problema para o continente nos próximos anos: "No meu ponto de vista, a longo prazo, a Europa - que é o único continente do planeta onde a população vai diminuir nos próximos 50 anos - precisará da imigração para manter o nível de vida e sustentar os seus sistemas de proteção social", afirmou.
O entrevistado comentou as afirmações do presidente Lula, durante os últimos acordos comerciais com nações da América do Sul, de que os países emergentes devem se unir para serem tratados como potências pelos países mais ricos: "No mundo de hoje, não há mais ricos e pobres. Há ricos, países emergentes e países pobres. Por isso que países emergentes também devem reconhecer que a visão de Lula sobre isso é correta", constatou. Lamy também falou como o otimismo brasileiro colaborou com este novo status: "Hoje, quando olho para o Brasil, em comparação há 20 anos, vejo pessoas muito mais positivas que olham para o futuro", afirmou.
Pascal Lamy ainda analisou as consequências da crise econômica mundial de 2008 e disse que a iniciativa dos Estados em ajudar bancos a fugirem da falência, foi fundamental: “Se os bancos quebram, a população também quebra", ressaltou.
E ainda no programa, o diretor-geral da OMC falou de sua trajetória política, discutiu a Rodada Doha - nova negociação sobre a liberalização do comércio entre os países - e relembrou sua infância na França.

terça-feira, 16 de março de 2010

GERALDÃO EM LUTO NOS QUADRINHOS

Glauco e seu filho são mortos a tiros

Solteiro há 30 anos, o personagem Geraldão nunca teve namorada e ainda é virgem. Criado pelo cartunista Glauco Villas Boas em 1981, o cartoon conta a história de um típico solteirão, mimado por sua mãe e cheio de vícios.
Publicado na coluna Ilustrada do jornal Folha de São Paulo, Geraldão frequentemente aparece com suas duas bonecas infláveis que o ajudam a sonhar com o dia em que perderá sua virgindade, porém, sua mãe é ciumenta e não permite que ele namore com nenhuma garota. O personagem é fumante e paranóico pelo consumo de remédios e cigarro, não fosse apenas isso, é extremamente consumista e dono do hábito de andar pelado por onde quer que vá.
Geraldão constantemente deixava seus fãs ansiosos à espera da próxima história, que a partir de agora, ficará sem final. A trajetória desse personagem foi interrompida junto com a de seu criador, Glauco, 53 anos, durante a madrugada da última sexta-feira (12). Villas Boas foi surpreendido ao chegar em sua casa na cidade de Osasco (São Paulo), por um homem que se diz viciado em drogas e participar de rituais do Santo Daime. Por tentar acalmar o rapaz que tentava leva-lo a força para casa de sua mãe, acabou baleado com quatro tiros, seu filho, Raoni de 25 anos, também foi baleado, os dois morreram, deixando sua família, o personagem Geraldão e todos seus fãs órfãos.
Dono de um ácido humor, Glauco foi um dos primeiros cartunistas que auxiliaram no processo de modernização do projeto gráfico dos cartoons no período pós-ditatorial no Brasil. Em todos seus personagens, sempre trazia desenhos sutis, com traços infantis, porém com abordagens que expressavam o cotidiano e problemas enfrentados no dia-a-dia da maioria das pessoas. Querido pelos colegas de profissão, Glauco por muitas vezes associou-se com Angeli e Laerte, com quem possuía grande afinidade devido trabalharem juntos durante anos no mesmo veículo de comunicação. Os três chegaram a lançar juntos, o livro “Los três amigos”, que usavam do sarcasmo para se auto-ironizarem em espanhol.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

FAMÍLIAS HOMOAFETIVAS PODEM ADOTAR?

Na véspera da 13ª Parada do Orgulho LGBTS que deve atrair 3,5 milhões de pessoas, assuntos como adoção por casais gays ainda geram muita polêmica.

Quando se fala em solidariedade e ajuda ao próximo, o brasileiro sempre é referência no assunto. Campanhas que envolvem boas ações, companheirismo e o sonho de um futuro melhor sempre são bem recebidas pela sociedade, que se empenha ao máximo para a concretização de um Brasil mais justo.
No entanto, estima-se que no Brasil existam mais de 80 mil crianças que moram em abrigos. A investigação da possibilidade de reinserí-las nas próprias famílias, muitas vezes impedem uma definição para seu futuro, o que muitas vezes reapresenta no crescimento nas próprias instituições sem saber o que é ter um pai ou uma mãe. Do ponto de vista jurídico, adotar é um procedimento legal que visa transferir os direitos e deveres de pais biológicos para uma família substituta.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), não faz restrição quanto à opção sexual do adotante. A adoção será permitida desde que apresente reais vantagens para o adotando e ofereça ambiente familiar adequado. Porém, a Constituição Brasileira não reconhece o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Neste caso, apenas uma das pessoas do casal homossexual poderá assumir a paternidade adotiva da criança ou adolescente.
A justiça coloca muitas vezes questões éticas religiosas para tomar decisões em relação a este assunto, porém acaba esquecendo de analisar o que será melhor para aquela criança, e também qual a sua opinião sobre a questão. Será que deixá-las em um orfanato seria o melhor a fazer? - Muitas vezes as crianças que estão em orfanatos são rejeitadas por pais heterossexuais e pela sociedade que não tem interesse na adoção por fatos pequenos como a idade, cor, ou traumas psicológicos diversos.
As famílias homoafetivas, normalmente não se preocupam com esse tipo de detalhe e querem apenas expor seu amor a um ser humano. Por isso vemos que todas as crianças que conseguiram ser adotadas ou que convivem com pais homossexuais são felizes e, muitas vezes possuem uma ótima situação socioeconômica.
No âmbito escolar, não existe grandes problemas com a aceitação dessa formação de família, pois esse não é um motivo de vergonha para a criança que se sente segura com o amor prestado pelos pais. Porém, o preconceito pode sim ocorrer, mas esse somente tem início na cabeça dos adultos que não conseguem diferenciar a criação de uma criança, à homossexualidade dos pais. Para essas pessoas, se a criança que possui apenas mãe, ou vive em algum orfanatos pode ser influenciada em sua opção sexual.
Estudos apontam que não existe influência na sexualidade da criança ou adolescente, ainda mais pelo fato de que a homossexualidade não é doença – a própria ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece internacionalmente através de sua entidade OMS (Organização Mundial da Saúde), que homossexualidade não pode ter uma terminação em “ismo”, o que implica em doença e não em opção sexual.
O reconhecimento da formação familiar dos homossexuais fica cada vez mais conhecida, pesquisa revela que 58% dos brasileiros se declaram homofobicos (pessoas que são radicalmente contra os gays), no entanto medidas políticas vem sido tomadas, como exemplo vemos leis que criminalizam a homofobia e que legalizam de uma vez por todas a união civil entre homossexuais, ações que mostram o avanço na aceitação e desenvolvimento social.
A família homoafetiva é capaz de desenvolver a educação em seus mais diversos aspectos, e não gera influências ruins para uma criança em fase de formação. Apenas auxilia e permite um maior acesso aos sentimentos dos filhos e uma maior proximidade na relação familiar.


Veja vídeo do menino Terence, que canta uma música em homenagem a seus tem dois pais:

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

FLAGRANTE NO TRÂNSITO DE SÃO PAULO - VEJA VÍDEO

Carro enfrenta problemas ao atravessar importante avenida na zona oeste de São Paulo

Por volta das 15h30 do dia 22/02/2009 um carro para de funcionar em um dos cruzamento da Avenida Matarazzo. O motorista sem saber o que fazer empurra o carro até um estacionamento próximo, expondo os demais motoristas que por ali trafegavam ha um possível acidente.
Para evitar essas situações é importante a constante revisão do seu carro e também não deixá-lo no limite da gasolina. Prevenção é a palavra correta.


Segue vídeo do flagrante: